terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Por que as campanhas e correntes “evangélicas” são prejudiciais à fé cristã e, sobretudo, antibíblicas?

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Por Leonardo Dâmaso


As campanhas ou correntes que vemos presentes na liturgia dos cultos, exclusivamente nas igrejas neopentecostais e em algumas igrejas pentecostais, são elementos e métodos pragmáticos utilizados pela teologia da prosperidade, cujo intuito principal é suprir as necessidades ou solucionar os diversos problemas na vida do cristão e também do não crente, tais, como – problemas no casamento, problemas financeiros, problemas na área sentimental e problemas na saúde. 

Nas diversas campanhas e correntes, vemos que os pastores se utilizam de elementos místicos, como – a rosa ungida, o sal grosso, a famosa água fluidificada ou, ainda, “rezada” pelo padre ou “orada” pelo pastor, o lenço, o manto e a meia ungida, o cajadinho de Moisés, a botija de azeite, o óleo ungido dentre outros; além de votos financeiros incentivados pelos próprios pastores em prol de uma benção mais rápida em uma área específica da vida, onde eles dizem que, através da oferta financeira pela fé, Deus atenderá mais rápido a pessoa abençoando-a, porque Deus será “obrigado” a abençoar devido à atitude de fé da pessoa.

Contudo, não há nos quatro evangelhos um ensino sequer de Jesus sobre a prática de fazer campanhas ou correntes, e, tampouco, no livro de Atos e nas cartas de Paulo, Pedro, João, Hebreus, Judas dentre outras. Nenhum dos apóstolos fez campanhas do tipo como vemos hoje nas igrejas neopentecostais e pentecostais. Não obstante, as campanhas ou correntes que vemos hoje têm a sua origem e foram extraídas pelos pastores e líderes evangélicos do catolicismo, porém, lá, eles chamam as campanhas ou correntes de “novenas”. Portanto, abraçando esta ideia de novenas, a igreja evangélica apenas mudou o nome de “novena” para  campanha ou corrente de 7, 8 ou 12 elos. 

No candomblé, na umbanda e no espiritismo vemos algo parecido. Nestas religiões também se fazem campanhas, correntes ou algum tipo de trabalho por alguma necessidade da pessoa, utilizando elementos parecidos como é utilizado nestas igrejas conforme vimos acima, além da pessoa ofertar (ou pagar) pelo “trabalho” (ou benção) também. Vale a pena ressaltar que, muitos elementos utilizados no candomblé, na umbanda e no espiritismo também foram extraídos pelos pastores e líderes evangélicos e inseridos nos cultos das “igrejas” neopentecostais e pentecostais, onde um deles é a prática de “revelação” (extrabíblica), que é uma prática bem antiga, sendo vista no montanismo, que foi considerado pelo primeiro Concílio de Constantinopla (ano 381) não como algo que procedia de Deus, mas como uma seita pagã no século 4. Podemos ver tanto no candomblé, na umbanda e no espiritismo o trevo de quatro folhas, pé de coelho ou algum tipo de objeto místico derivado destas religiões que, nas igrejas neopentecostais e pentecostais são substituídos pelo cajado de Moisés, pela arca da aliança dentre tantos outros.

Todavia, as campanhas e correntes, além de serem oriundas de religiões pagãs, conforme vimos, sobretudo, ferem os princípios bíblicos, desvirtuando, assim, o foco da igreja para as “necessidades individuais” das pessoas em detrimento da comunhão uns com os outros e da adoração verdadeira a Deus em espírito em verdade nos cultos, independente do pedido em oração pelo suprimento das necessidades individuais. As campanhas e correntes inserem, ainda que de modo inconsciente na mente das pessoas que o culto não é algo que o cristão oferece a Deus, como a adoração sincera, por exemplo, mas que o culto é Deus oferecendo ao homem bênçãos e a solução dos seus problemas, o que é uma inversão de valores! Vemos nestas igrejas que aderem as campanhas e correntes abarrotada de pessoas que, na sua maioria, não conhecem uns aos outros e nem tem este interesse, uma vez que estão preocupadas consigo mesma e só estão buscando a Deus ali pelas suas necessidades pessoais. Em suma, são pessoas egoístas e, na maioria dos casos, irregeneradas ou não convertidas! 
      
As campanhas e correntes tem em seu cerne a individualidade das pessoas em vez da comunhão com Deus em primeiro lugar, e, em seguida, a comunhão uns com os outros! Portanto, concluímos que as campanhas e correntes são um veneno de Satanás para corromper a fé de muitos cristãos verdadeiros que se encontram enganados nestas instituições ditas evangélicas que não posso nem considerá-las como a verdadeira igreja de Cristo, devido a estarem peremptoriamente desviadas do verdadeiro, puro e simples evangelho ensinando mais heresias do que a verdade!

Extraído de:
http://bereianos.blogspot.com.br/2013/12/por-que-as-campanhas-e-correntes.html#.VLR7t9LF9XE 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

VENCENDO AS CRISES - LEITURA DIÁRIA - Tg 1.2-4 - BENEFÍCIOS DA PROVAÇÃO

2 Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, 
3 sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz a perseverança;
4 Ora,  a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.

Ser colocado à prova é sempre uma situação tensa, nervosa e desgastante, mas, após passar no teste, a aprovação nos proporciona gozo, alegria e o senso de que somos capazes. Na vida cristã não é diferente, por vezes, somos submetidos  a colocar em prática os ensinos da Palavra de Deus, essas provas são a didática do Senhor nos mostrar que somos seus filhos,  para fortalecer a nossa fé, a nossa perseverança , nos moldar cada vez mais ao padrão que Ele deseja e outras inúmeras lições. Portanto, quando provado, não resmungue, não pragueje, não murmure, não se faça de vítima  e não reclame. Alegre-se e aprenda.

Rev. Muriel - Missionário da Missão Caiuá
IGREJA PRESBITERIANA CANAÃ
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Orando na angústia - Salmo 142

Salmo 142.
1  Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor.
2 Derramo perante ele a minha queixa; à sua presença exponho a minha tribulação.

Adversidades, lutas, problemas e dificuldades não marcam hora para chegar, não se importam se você está ou não em condições de enfrenta-las, não escolhem dia santo ou feriado, às vezes, surgem das situações mais improváveis e adentram nossa vida sem nenhum pudor, desejosos em destruir a nossa vida, nossa família, roubar nossa alegria, destruir a nossa paz. Para essas horas, devemos agir como o salmista - erguer a nossa voz e suplicar ao Senhor, colocar diante dEle a nossa queixa e a nossa tribulação, certos de que o ouvido do Senhor está atento as súplicas de seus filhos e os seus braços estendidos para socorrê-los. Então, fale com Ele.

Rev Muriel

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A PARÁBOLA DO DEUS QUE FAZ JUSTIÇA AOS SEUS ESCOLHIDOS


Lucas – Capítulo 18

1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer:
2 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum.
3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário.
4 Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum;
5 todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me.
6 Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo.
7 Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?
8 Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

Diante da ausência de temor do ser humano Jesus narra essa parábola
Jesus sabia que o nosso coração é tendente a deixar de orar e a desanimar

Assim, Jesus nos convida:

1 - Orar sempre
Em Josue 1.9: Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido Deus nos anima a fazermos tudo segundo o que está escrito, e Jesus nos convida a orar sempre para não desanimarmos, para não sairmos do caminho e para sermos bem-sucedidos

E Jesus usa a figura da viúva que poderia ser menosprezada e talvez até fosse

A segunda figura é o juiz iníquo que não temia a Deus.

E essa viúva, que talvez fosse esquecida pela sociedade, foi até o juiz que por até certo momento recusou-se a atender a viúva, que não respeitava homem algum, inclinou posteriormente sua atenção e julgou a causa da mulher e Deus fará o mesmo, mas para isso precisamos verbalizar a Deus nossa necessidade para demonstração de nossa dependência de Deus.

2 - Deus vai ouvir o clamor de seus escolhidos
Deus fará a justiça aos seus como o fez nos tempos de Noé: 
A viuva foi considerada inoportuna pelo juiz, mas o escolhido jamais o é na presença de Deus.
Jamais a nossa oração deixa de ser atendida por Deus, ele inclusive nos orienta a orar sem cessar.
Não podemos deixar nosso coração ser levado pela ideia de que Deus não está ouvindo o nosso clamor.

O desafio é permanecermos com fé, pois Ele pergunta:Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?

Os seus escolhidos precisam permanecer firmes para que no momento oportuno a justiça de Deus seja manifesta.

Que Deus nos ajude a buscar.

Renato e Liu
Sermão de domingo, 22/09/2013 pregado pelo Rev Manoel

domingo, 9 de junho de 2013

Diário de uma noite de oração

A madrugada se aproxima e o silencio ecoa em nossos ouvidos, pois e chegado o momento de ouvir  Deus no nosso particular.

Somos desafiados a sermos santos, buscar a santificação por meio do Santo a fim de nos aproximarmos em santidade a vida santa do Santo.

A luz do Salmos 19 somos encorajados a confessar os pecados ocultos, aqueles que achamos nao ter ninguém vendo uma vez que nao somos capazes de identifica-los.

A palavra que sai da minha boa e uma oração e portanto deve refletir o que esta no meu coração.

No silencio somos capazes de ouvir a voz de Deus.

Contemplar a criação e uma dadiva de Deus em meio a correria e barulho diários.

Falarmos que confiamos em Deus e uma coisa. Outra e vivermos a confiança em Deus.

Precisamos avivar o nosso coração para estarmos sensíveis a movimentação de Deus e com isso realizarmos a sua vontade.


sábado, 1 de junho de 2013

sábado, 23 de março de 2013

SEMPRE OUVI ESSA MENSAGEM, MAS...


Lucas 22.54-62
Pedro nega Jesus

Eles prenderam Jesus e o levaram até a casa do Grande Sacerdote. E Pedro os seguia de longe. Quando acenderam uma fogueira no meio do pátio, Pedro foi e sentou-se com os que estavam em volta do fogo. Uma das empregadas o viu sentado ali perto da fogueira, olhou bem para ele e disse: — Este homem também estava com Jesus! Mas Pedro negou, dizendo: — Mulher, eu nem conheço esse homem! Pouco tempo depois, um homem o viu ali e disse: — Você também é um deles! Mas Pedro respondeu: — Homem, eu não sou um deles. Mais ou menos uma hora depois, outro insistiu: — Você estava mesmo com ele porque também é galileu. Mas Pedro respondeu: — Homem, eu não sei do que é que você está falando! Naquele instante, enquanto ele falava, o galo cantou. Então o Senhor virou-se e olhou firme para Pedro, e ele lembrou das palavras que o Senhor lhe tinha dito: “Hoje, antes que o galo cante, você dirá três vezes que não me conhece.” Então Pedro saiu dali e chorou amargamente.

A Páscoa crista se aproxima e o mundo insiste em anular o nome de Jesus, negando-o como Senhor e Salvador, assim como dizendo que jamais o conheceu.

Contudo, muitos ouviram as Palavras de Salvação desde a sua infância e agora por circunstancias alheias negam ser submissos aquela Palavra.

O homem e mais forte quando de joelhos aos pés de Jesus se submete.

Deus o abençoe.

Pb. Renato